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Comércio varejista: mundo digital irá ajudar na sobrevivência pós-pandemia


No dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o novo coronavírus havia se transformado em uma pandemia. Diante desse cenário, as principais estruturas mundiais foram abaladas. O vírus causou um colapso na saúde, trouxe crise econômica e revelou que a desigualdade social ainda está longe de ter um fim, principalmente no Brasil.

Como forma de evitar a propagação da Covid-19, diversas medidas foram tomadas. Entre elas, lavagens das mãos com frequência, uso do álcool em gel, obrigatoriedade de máscara, isolamento social e até home office. No início da quarentena, muitos municípios estabeleceram o fechamento do comércio. Dessa forma, somente os serviços considerados essenciais à população seguiram abertos. Aos poucos, o funcionamento vem sendo retomado – de acordo com a realidade de cada região – mas ainda com restrições.

A pandemia, de fato, mudou os padrões de comportamento. Para continuar no mercado, muitas empresas tiveram que migrar para o digital, com adoção de novos recursos e estratégias, como por exemplo, delivery, vendas online e opções de pagamentos diferenciadas. Com hábitos novos, consumidores estão cada vez mais engajados, conectados e conscientes. Esse perfil atual e moderno exige inclusão, transparência e posicionamento.

As novas mudanças mostraram a força da tecnologia móvel e o quanto ter um e-commerce é eficaz. Afinal, qualquer pessoa que tenha acesso à internet pode adquirir um produto, independentemente do horário e do local. Com habilidade e custos justos, os comerciantes e os varejistas ganham a confiança dos clientes e reafirmam a credibilidade perante o comprador.

Outras ferramentas, como as redes sociais e o WhastApp, vêm ocupando cada vez mais espaço no comércio varejista. Afinal, as pessoas estão mais isoladas e o mundo virtual se tornou uma presença fundamental na vida das pessoas. Então, se a sua empresa ainda não está presente no mundo online, está mais do que na hora de repensar suas estratégias.

Lembre-se: a tecnologia se tornou necessidade, e o negócio que não investir em inovação corre grande risco de não sobreviver durante e menos ainda depois da crise.

 



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